"A terra geme com a agonia gerada pelo Aquecimento Global"

terça-feira, 9 de julho de 2013

Walmart é eleita a Empresa Sustentável do Ano


Rede varejista lidera lista de 20 empresas destacadas pelo Guia como modelos em práticas sociais e ambientais

A rede de supermercados Walmart Brasil foi eleita a Empresa Sustentável do Ano. O prêmio foi concedido pelo Guia Exame de Sustentabilidade como reconhecimento às ações de sustentabilidade da empresa e à velocidade como as mudanças vêm sendo feitas na organização. Concorreram ao prêmio 210 companhias de grande e médio porte de todo o país, e 20 mereceram destaque pelas ações realizadas no último ano.
A escolha das empresas destacadas no Guia segue a metodologia elaborada pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas de São Paulo e considera as principais referências de indicadores de sustentabilidade empresarial no Brasil e no mundo. A análise envolve aspectos econômico-financeiros, sociais, ambientais e de governança corporativa.
Entre as várias ações que realizou neste ano, o Walmart liderou um acordo entre varejistas, o Greenpeace e grandes frigoríficos com objetivo de vetar a compra de carne produzida em áreas desmatadas ilegalmente na Amazônia. O desmatamento e as queimadas, além de destruírem a floresta Amazônica e outras matas nativas brasileiras, são responsáveis por mais da metade das emissões nacionais de gases de efeito estufa, cujo aumento na atmosfera leva ao aquecimento global e às mudanças climáticas.
"Estamos atrasados para enfrentar as mudanças climáticas. Se não agirmos rápido, há uma possibilidade de a temperatura subir entre 2 e 3 graus até 2050. Milhões ou até bilhões podem se tornar refugiados ambientais. Os países mais pobres serão os mais afetados. Imaginem o impacto de tudo isso em nossa vida e nossos negócios”, afirmou Hector Nuñez, presidente do Walmart Brasil, durante a cerimônia de premiação. 

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Fábrica Limpa e 100% sustentável


Marko Sistemas Metálicos prova que implantar processos de responsabilidades socioambientais colabora para tornar a empresa ainda mais competitiva.

Em tempos de conscientização socioambiental, a grande questão do setor industrial é como colocar em prática a sustentabilidade corporativa e, simultaneamente, se manter competitivo e lucrativo. A Marko Sistemas Metálicos, empresa com mais de 30 anos de mercado e especializada na fabricação de estruturas e coberturas metálicas, prova que isso é possível através de todo o seu processo de produção e montagem dos seus produtos. O resultado é uma linha de produção crescente e com qualidade cada vez maior.
Em suas duas unidades fabris, localizadas em Bonsucesso e Itaguaí, a empresa produz o exclusivo Sistema de Cobertura Metálica Roll-on, além de outras estruturas metálicas feitas de aço galvanizado. Segundo Fernanda Borges, Gerente de Comunicação da empresa, além da matéria-prima ser 100% reciclável, os produtos são desenvolvidos de forma a otimizar o seu uso. “Nossos blanks possuem dimensão compatível com o padrão do material fornecido pela usina, assim como a utilização de menores taxas de aço por m²”, explica.
De acordo com a gerente, a empresa produz cerca de 800 toneladas por mês e  em todas as operações realizadas nos parques fabris, existe um baixíssimo volume de rejeitos, algo em torno de 1%. Tudo que sobra de sucata, proveniente do processo industrial, é destinado à reciclagem ou aproveitado em embalagens das peças produzidas.  “Um exemplo disso são as rebarbas de material que são utilizadas como uma espécie de barbante para amarrar e embalar peças, como os banzos que compõe o Sistema Roll-on”, afirma.
Além de todo esse cuidado, na sua nova fábrica em Itaguaí, localizada no Rio de Janeiro, a empresa destinou 70% dos 40 mil m² à plantação de árvores e jardins.  Toda a irrigação da área verde e o saneamento são feitos a partir do aproveitamento de águas pluviais captadas através do próprio Sistema de Cobertura Metálica Roll-on.
A gerente explica também que através da utilização da Iluminação zenital e ventilação na cobertura, a fábrica utiliza 80% do tempo apenas à luz natural, garantindo economia de energia. “Todo projeto prioriza o conforto aliado à otimização do uso de iluminação e de água das torneiras. Um timer desliga a partir de um horário pré-programado tudo que não precisa ficar em funcionamento contínuo, sendo acionados novamente pela manhã. As torneiras também são automáticas, permitindo um uso socialmente responsável”, detalha Fernanda.
Membro do GBC – Green Building Council – desde 2009, a Marko participa ainda da campanha “One Degree less”, incentivada pela entidade que estimula o uso de tintas claras reflexivas em lajes e telhados. “Para a fabricação de nossas coberturas, utilizamos matéria-prima galvanizada, pré-pintada e fornecida direto da indústria. Esse material possibilita uma redução de até 20% no gasto com ar-condicionado, além da redução da emissão de CO2, responsável pelo aquecimento global”, conclui.
A Marko já contabiliza mais de 10 milhões de m² do sistema instalados em coberturas de grandes obras, como o Centro de Distribuição do Magazine Luiza, em Jundiaí, e o primeiro shopping do Acre, o Via Verde, dentre outros empreendimentos em todo o país. O Roll-on é patenteado em quase 20 países.
Produtos 100% Green
Devido suas características, os produtos da Marko são considerados totalmente ecológicos, desde a sua concepção, fabricação, transporte, montagem, pós-obra até a usabilidade. Os mesmos atendem as exigências de desempenho ambiental antes, durante e depois da construção, assim como as requisições de conforto e saúde dos usuários do empreendimento, otimizando os projetos para aquisição de selo LEED e AQUA. Os produtos admitem ainda ventilação, iluminação natural e sistemas de isolamento termoacústico, evitando as ilhas de calor e reverberação de som (comprovados em testes da UNESP e IPI). Por serem sistemas pré-engenhados e compostos por peças padronizadas, o descarte é mínimo. Na obra só existe a atividade de montagem, que por ser ágil e limpa, permite a rápida desmobilização do canteiro e o breve início da atividade fim.

  Ana Cláudia Araújo – Colaboradora
Rua da Assembléia, 93, grupo 1403 - Centro - Rio de Janeiro - RJ
21 2532-1575  ou  21 2210-1502
www.contextualcomunicacao.com.br

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Técnica de monitoramento climático reduz em 52% o uso de agrotóxico


Monitoramento climático promove o desenvolvimento sustentável reduzindo o uso de defensivos agrícolas.


O Brasil é o país que mais utiliza agrotóxicos no mundo, com um faturamento de 7,3 bilhões de dólares ao ano. Segundo pesquisas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), o país é responsável por 1/5 do consumo mundial de agrotóxicos, utilizando 19% de todos os defensivos agrícolas produzidos no mundo. Para se ter uma ideia, os Estados Unidos aparecem na segunda colocação com 17%, enquanto os outros países somam 64%. O uso desses produtos cresceu 93% entre 2000 e 2010 em todo o mundo, mas no Brasil o percentual foi muito acima, chegando a 190%. Dados da ANVISA e do Observatório da Indústria dos Agrotóxicos da UFPR mostram que o brasileiro, em média, consome 5,2 litros de agrotóxico por ano. Em 2011, foi pulverizado um total de 852 milhões de litros nas lavouras brasileiras.

Pensando nisso, a empresa Olearys S/A criou um software pioneiro no Brasil, baseado em monitoramento do clima, que oferece benefícios aos produtores rurais. Essa técnica está sendo aplicada por agricultores familiares da Região Serrana do Rio de Janeiro. A redução do uso de agrotóxico chegou a 52% e houve diminuição na emissão de gases poluentes, pois o uso do maquinário foi reduzido. “Conseguimos a adesão de alguns agricultores familiares da Região Serrana do Rio de Janeiro, como o Sinval, produtor tradicional do local. Em sua lavoura de tomate foram 41,2% menos pesticidas jogadas na natureza e a racionalização do uso de água doce nas plantações caiu de 11.900 litros para 5.600 litros”, explica o engenheiro agrônomo Marcos Balbi, CEO da Olearys, acrescentando que, segundo dados do levantamento sistemático da produção agrícola do IBGE, o estado do Rio responde por 6,5% da produção nacional de tomate.

A plataforma de serviço da Olearys - um projeto em parceria com a Pesagro-Rio - promove o desenvolvimento de agricultura mais sustentável, com maior eficiência técnica, econômica e ambiental. Tanto que, apesar da utilização de menos agrotóxicos, as plantações onde o sistema foi testado se mostraram livres de doenças. Para Balbi, realizar o monitoramento climático é essencial para viabilizar essa agricultura ecológica, uma vez que ele disponibiliza informações sobre a previsão do tempo, sobre o molhamento foliar e sobre a umidade do solo, auxiliando produtores e técnicos a tomarem decisões mais assertivas na aplicação do agrotóxico. Por ser considerado de grande impacto na geração de emprego e renda no país, o projeto foi selecionado pela multinacional de softwares empresariais SAP e o Instituto Endeavor do Brasil para o projeto SAP Expoentes, que visa capacitar a gestão de pequenas e médias empresas. A Olearys foi uma das 50 escolhidas, entre um total de 500 candidatos em todo o Brasil.

Ana Cláudia Araújo - Colaboradora
Assessora de imprensa da Olearys
R. Presidente Dutra - Km 137,8 - Sala 105
São José dos Campos – SP
Tel.: +55 (12) 4141-2777

Nota:
É oportuno esclarecer, Prezado(a) Seguidor(a), que “A Olearys é uma empresa que usa técnicas de agricultura de precisão para desenvolver aplicativos, visando incentivar a adoção de práticas agrícolas sustentáveis. Monitorando o clima, ajuda o agricultor a reduzir o uso de agrotóxicos, economizar água e energia na irrigação e, consequentemente, aumentar a produção, minimizando impactos ambientais e riscos à saúde humana. É desta forma que aproxima a ciência das pessoas, levando a elas conhecimento, tecnologia e informação,  contribuindo assim para a produção de alimentos mais saudáveis”.

domingo, 21 de abril de 2013

Acréscimo da temperatura global prevista para 2060 será reduzido em 2ºC


A neutralização do carbono emitido pelas maiores petrolíferas europeias reduzirá o Aquecimento Global em 2ºC.


Recentemente um relatório expedido pelo Banco Mundial sinalizou que em 2060 o planeta terra contará com um acréscimo de 4ºC em sua temperatura média. O referido relatório apontou ainda, que se essa previsão for efetivamente confirmada, será inevitável que o próximo século inicie com uma elevação média de temperatura de 6ºC. Como consequência desse acréscimo o nível do mar poderá aumentar, em determinados pontos da terra, em até um metro.

Se a humanidade fizer a opção de não elevar a temperatura global média além de dois graus, metade da prevista para 2060, as emissões de gases de efeito estufa entre 2000 e 2050 não poderão ultrapassar 1.440 gigatoneladas - (artigo publicado na “Nature” no ano de 2009).

Para compreendermos melhor, Prezado(a) Seguidor(a), faz-se necessário esclarecer que das 1.440 gigatoneladas de CO2, (para manter o limite de 2ºC),  já foram usadas, desde o ano 2000, cerca de 400 GT de CO2. Como as reservas conhecidas de combustíveis fósseis giram em torno de 3.000 GT de CO2, isso significa que somente cerca de um terço dessa riqueza potencial pode transformar-se em ganho econômico.

Para a consecução da meta de 2ºC, segundo relatório  recente do HSBC, basta neutralizar todo carbono contido no carvão, no petróleo e no gás detido pelas maiores petrolíferas europeias (BP, Shell, Statoil, ENI e Total). Mesmo assim, esta é a minha visão, é imprescindível que o mundo invista, maciçamente,  na energia  gerada pelas fontes renováveis.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Lixo brasileiro pode render 10 bilhões por ano






O Brasil joga no lixo, a cada ano, cerca de R$ 10 bilhões por falta de reciclagem e destinação adequada de resíduos sólidos.







Atualmente, os lixões além de prejudicarem o meio ambiente, geram problemas sanitários, econômicos  e sociais.

Vamos torcer Prezado(a) Seguidor(a), desde já, para que o Governo Federal através do Ministério do Meio Ambiente (MMA) implante no país, efetivamente,  a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Essa política visa, sobretudo, eliminar os lixões de todos os municípios brasileiros. Assim sendo, os governos estaduais e municipais terão que substituir os atuais lixões por aterros sanitários.

Com a implantação da PNRS o Brasil, com certeza, deixará de jogar no lixo, a cada ano, cerca de dez bilhões de reais. A Lei que institui a PNRS, certamente, contará com um programa eficiente de reciclagem e destinação adequada de resíduos sólidos, que garanta o retorno de embalagens e outros materiais descartados à indústria.

        Segundo a Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano (SRHU) do MMA a proposta da PNRS  não é parar de gerar resíduos sólidos, mas reduzir, reutilizar e reciclar, tratando e dando destinação adequada a esses resíduos.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Falta de Água causará terror nas próximas décadas


Conflitos étnicos, tensões regionais, instabilidade política, assassinato em massa, luta interna, aumento do terrorismo e dos conflitos sectários foram assuntos que divergiram entre os temas tratados na Conferência Internacional,  por ocasião da Semana Mundial da Água.
Durante a Semana Mundial da Água (26 a 31 de agosto de 2012), evento que teve Estocolmo, Suécia, como palco principal, ficou sinalizado para a humanidade que ocorrerá uma série de terrores relacionados com a escassez da água nas próximas décadas.
Atualmente, quando se tem a água como um problema iminente, o cenário mundial aponta que nas próximas décadas uma considerável parcela dos mais de sete bilhões de habitantes da terra sofrerá com a escassez e má qualidade da água (alerta a Avaliação Nacional de Inteligência norte-americana, publicada em março passado).
Conflitos étnicos, tensões regionais, instabilidade política, assassinato em massa, luta interna, aumento do terrorismo e dos conflitos sectários (partidário fanático e extremado de uma seita religiosa), foram assuntos que divergiram entre os temas analisados na Conferência Internacional, realizada em Estocolmo por ocasião da Semana Mundial da Água.
Com certeza Prezado(a) Seguidor(a) esses possíveis problemas, ora apontados,  serão resolvidos ou amenizados se a água for utilizada, desde já, de forma racional. Para tanto, é imperativo que cada pessoa faça a sua parte (economizar com o propósito de evitar desperdício). Além disso, cobrar daqueles que detêm o poder, nas três esferas de atribuições (Município, Estado e União) para que primem pelo saneamento básico, ou seja, tratamento dos esgotos domésticos; que exijam dos empresários o tratamento dos poluentes líquidos industriais, para que possam ser reutilizados; que aprovem somente os projetos de irrigação que estejam dentro dos padrões admissíveis, evitando assim, o consumo hídrico exagerado; e, por fim, que protejam através de fiscalização rigorosa os mananciais das regiões de nascentes dos rios.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Brasileiros envenenados por agrotóxicos


Segundo a  Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Brasil usa 19% de todos os agrotóxicos produzidos no mundo.



Infelizmente Prezado(a) Leitor(a) o Brasil se destaca negativamente no cenário mundial, como sendo o país responsável por 1/5 do consumo de todos os agrotóxicos produzidos no planeta. Em outras palavras, isto quer dizer que o Brasil usa 19% de todos os defensivos agrícolas produzidos no mundo. Nesse  ranking os Estados Unidos assumem a 2ª posição com 17%.
Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o uso dos agrotóxicos cresceu 93% entre 2000 e 2010 em todo o mundo. No Brasil esse  percentual foi superior a 190%.
Essa cifra (190%) é preocupante. Pesquisadores de instituições renomadas, especialistas no assunto, afirmam categoricamente que o uso de agrotóxicos no Brasil é abusivo, exagerado e incontrolável. Em função disso, atualmente, cada brasileiro é responsável pelo consumo de 5,7 litros de uma infinidade de agrotóxicos, utilizados principalmente no cultivo dos alimentos que, necessariamente, vão para nossas mesas. O efeito maléfico da ingestão desses produtos foi constatado,  recentemente, nos estados do Rio Grande do Sul e Mato Grosso, quando foi detectado acentuado percentual de agrotóxicos no leite materno. 

quarta-feira, 25 de abril de 2012

DICA DE SUSTENTABILIDADE


        Reduzir. Reutilizar. Reciclar. Estes, Prezado(a)  Seguidor(a), assim como outros vocábulos relacionados com os problemas ambientais oriundos das atividades irracionais desenvolvidas pelo homem, são indiscutivelmente indispensáveis para preservar o meio ambiente e contribuir para que haja, efetivamente, o desenvolvimento sustentável do planeta.

sábado, 14 de abril de 2012

Destino ambientalmente adequado para sacolas plásticas

Norte-americanos desenvolveram um processo que permite a utilização do polietileno, material utilizado na confecção das sacolas plásticas, na fabricação de fibras de carbono.

Cientistas investigando materiais leves que pudessem auxiliar as montadoras de carros norte-americanas, a criar um design capaz de atingir mais milhas por litro, sem, no entanto,  comprometer a segurança ou o conforto dos usuários, descobriram um novo destino para as sacolas plásticas.
Amit Naskar e seus colegas do Laboratório Oak Ridge nos Estados Unidos desenvolveram um processo que permite a utilização do polietileno, material utilizado na confecção das referidas sacolas, na fabricação de fibras de carbono. Esse material atualmente é empregado em equipamentos fabricados com tecnologia de ponta,  como carros de corrida, materiais esportivos, aviões e sondas espaciais.
Prezado(a) Seguidor(a) com certeza o meio ambiente ganha com essa descoberta. As sacolas plásticas que não eram recicladas adequadamente encontraram, enfim, um substituto ambientalmente vantajoso para elas.


quarta-feira, 11 de abril de 2012

Energia Eólica – a bola da vez

A energia eólica representa apenas 0,4% da matriz energética brasileira, mas acredita-se que o Brasil pode produzir, no mínimo, 143GW. Isso equivale a nada menos que à produção gerada por dez usinas de Itaipu somadas.

Diversos são os benefícios oriundos da energia gerada pelos ventos para o meio ambiente. Destaca-se entre eles  a não-emissão de dióxido de carbono na atmosfera, uma vez que este gás supera os demais responsáveis pelo agravamento da mudança climática global.
Além da não-emissão de dióxido de carbono na atmosfera, a produção de energia eólica reduz a dependência de combustíveis fósseis, sendo o vento um recurso abundante e renovável.
Infelizmente Prezado(a) Seguidor(a) no Brasil quando se trata de energia eólica, pode-se afirmar que  nesse campo o país caminha a passos curtos, sem vislumbrar, entretanto, um futuro promissor.
A energia eólica conta com um potencial ainda pouco aproveitado no mundo e, sobretudo no Brasil. Hoje, a energia eólica representa apenas 0,4% da matriz energética brasileira, mas estima-se que seu potencial seja de, no mínimo, 143GW. Isso equivale a nada menos que à produção gerada por dez usinas de Itaipu somadas.
Esses 143GW foram estimados com medições de ventos a 50 metros de altura. Em função disso, especialistas acreditam que esse dado está aquém da realidade, haja vista que atualmente já se realiza medições com equipamentos que trabalham a 100 metros de altura.
Segundo dados da Associação Brasileira de Energia Eólica, atualmente o País produz 1.471 MW. Porém, há estimativas de produzir 7 mil MW até 2014.
Diante dos 143GW, potencial de produção brasileiro estimado pela Empresa de Pesquisa Energética, o que justifica, sinceramente, este acanhamento na produção de energia eólica até 2014?
Estudos apontam que os entraves encontrados na produção de energia eólica no Brasil estão intrinsicamente relacionados aos custos dos investimentos nessa fonte de energia. Todavia, é preciso lembrar as autoridades competentes, que os custos tendem a ser reduzido com o aprendizado da tecnologia, aliado, principalmente, aos incentivos governamentais.