"A terra geme com a agonia gerada pelo Aquecimento Global"

domingo, 21 de abril de 2013

Acréscimo da temperatura global prevista para 2060 será reduzido em 2ºC


A neutralização do carbono emitido pelas maiores petrolíferas europeias reduzirá o Aquecimento Global em 2ºC.


Recentemente um relatório expedido pelo Banco Mundial sinalizou que em 2060 o planeta terra contará com um acréscimo de 4ºC em sua temperatura média. O referido relatório apontou ainda, que se essa previsão for efetivamente confirmada, será inevitável que o próximo século inicie com uma elevação média de temperatura de 6ºC. Como consequência desse acréscimo o nível do mar poderá aumentar, em determinados pontos da terra, em até um metro.

Se a humanidade fizer a opção de não elevar a temperatura global média além de dois graus, metade da prevista para 2060, as emissões de gases de efeito estufa entre 2000 e 2050 não poderão ultrapassar 1.440 gigatoneladas - (artigo publicado na “Nature” no ano de 2009).

Para compreendermos melhor, Prezado(a) Seguidor(a), faz-se necessário esclarecer que das 1.440 gigatoneladas de CO2, (para manter o limite de 2ºC),  já foram usadas, desde o ano 2000, cerca de 400 GT de CO2. Como as reservas conhecidas de combustíveis fósseis giram em torno de 3.000 GT de CO2, isso significa que somente cerca de um terço dessa riqueza potencial pode transformar-se em ganho econômico.

Para a consecução da meta de 2ºC, segundo relatório  recente do HSBC, basta neutralizar todo carbono contido no carvão, no petróleo e no gás detido pelas maiores petrolíferas europeias (BP, Shell, Statoil, ENI e Total). Mesmo assim, esta é a minha visão, é imprescindível que o mundo invista, maciçamente,  na energia  gerada pelas fontes renováveis.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Lixo brasileiro pode render 10 bilhões por ano






O Brasil joga no lixo, a cada ano, cerca de R$ 10 bilhões por falta de reciclagem e destinação adequada de resíduos sólidos.







Atualmente, os lixões além de prejudicarem o meio ambiente, geram problemas sanitários, econômicos  e sociais.

Vamos torcer Prezado(a) Seguidor(a), desde já, para que o Governo Federal através do Ministério do Meio Ambiente (MMA) implante no país, efetivamente,  a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Essa política visa, sobretudo, eliminar os lixões de todos os municípios brasileiros. Assim sendo, os governos estaduais e municipais terão que substituir os atuais lixões por aterros sanitários.

Com a implantação da PNRS o Brasil, com certeza, deixará de jogar no lixo, a cada ano, cerca de dez bilhões de reais. A Lei que institui a PNRS, certamente, contará com um programa eficiente de reciclagem e destinação adequada de resíduos sólidos, que garanta o retorno de embalagens e outros materiais descartados à indústria.

        Segundo a Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano (SRHU) do MMA a proposta da PNRS  não é parar de gerar resíduos sólidos, mas reduzir, reutilizar e reciclar, tratando e dando destinação adequada a esses resíduos.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Falta de Água causará terror nas próximas décadas


Conflitos étnicos, tensões regionais, instabilidade política, assassinato em massa, luta interna, aumento do terrorismo e dos conflitos sectários foram assuntos que divergiram entre os temas tratados na Conferência Internacional,  por ocasião da Semana Mundial da Água.
Durante a Semana Mundial da Água (26 a 31 de agosto de 2012), evento que teve Estocolmo, Suécia, como palco principal, ficou sinalizado para a humanidade que ocorrerá uma série de terrores relacionados com a escassez da água nas próximas décadas.
Atualmente, quando se tem a água como um problema iminente, o cenário mundial aponta que nas próximas décadas uma considerável parcela dos mais de sete bilhões de habitantes da terra sofrerá com a escassez e má qualidade da água (alerta a Avaliação Nacional de Inteligência norte-americana, publicada em março passado).
Conflitos étnicos, tensões regionais, instabilidade política, assassinato em massa, luta interna, aumento do terrorismo e dos conflitos sectários (partidário fanático e extremado de uma seita religiosa), foram assuntos que divergiram entre os temas analisados na Conferência Internacional, realizada em Estocolmo por ocasião da Semana Mundial da Água.
Com certeza Prezado(a) Seguidor(a) esses possíveis problemas, ora apontados,  serão resolvidos ou amenizados se a água for utilizada, desde já, de forma racional. Para tanto, é imperativo que cada pessoa faça a sua parte (economizar com o propósito de evitar desperdício). Além disso, cobrar daqueles que detêm o poder, nas três esferas de atribuições (Município, Estado e União) para que primem pelo saneamento básico, ou seja, tratamento dos esgotos domésticos; que exijam dos empresários o tratamento dos poluentes líquidos industriais, para que possam ser reutilizados; que aprovem somente os projetos de irrigação que estejam dentro dos padrões admissíveis, evitando assim, o consumo hídrico exagerado; e, por fim, que protejam através de fiscalização rigorosa os mananciais das regiões de nascentes dos rios.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Brasileiros envenenados por agrotóxicos


Segundo a  Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Brasil usa 19% de todos os agrotóxicos produzidos no mundo.



Infelizmente Prezado(a) Leitor(a) o Brasil se destaca negativamente no cenário mundial, como sendo o país responsável por 1/5 do consumo de todos os agrotóxicos produzidos no planeta. Em outras palavras, isto quer dizer que o Brasil usa 19% de todos os defensivos agrícolas produzidos no mundo. Nesse  ranking os Estados Unidos assumem a 2ª posição com 17%.
Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o uso dos agrotóxicos cresceu 93% entre 2000 e 2010 em todo o mundo. No Brasil esse  percentual foi superior a 190%.
Essa cifra (190%) é preocupante. Pesquisadores de instituições renomadas, especialistas no assunto, afirmam categoricamente que o uso de agrotóxicos no Brasil é abusivo, exagerado e incontrolável. Em função disso, atualmente, cada brasileiro é responsável pelo consumo de 5,7 litros de uma infinidade de agrotóxicos, utilizados principalmente no cultivo dos alimentos que, necessariamente, vão para nossas mesas. O efeito maléfico da ingestão desses produtos foi constatado,  recentemente, nos estados do Rio Grande do Sul e Mato Grosso, quando foi detectado acentuado percentual de agrotóxicos no leite materno. 

quarta-feira, 25 de abril de 2012

DICA DE SUSTENTABILIDADE


        Reduzir. Reutilizar. Reciclar. Estes, Prezado(a)  Seguidor(a), assim como outros vocábulos relacionados com os problemas ambientais oriundos das atividades irracionais desenvolvidas pelo homem, são indiscutivelmente indispensáveis para preservar o meio ambiente e contribuir para que haja, efetivamente, o desenvolvimento sustentável do planeta.

sábado, 14 de abril de 2012

Destino ambientalmente adequado para sacolas plásticas

Norte-americanos desenvolveram um processo que permite a utilização do polietileno, material utilizado na confecção das sacolas plásticas, na fabricação de fibras de carbono.

Cientistas investigando materiais leves que pudessem auxiliar as montadoras de carros norte-americanas, a criar um design capaz de atingir mais milhas por litro, sem, no entanto,  comprometer a segurança ou o conforto dos usuários, descobriram um novo destino para as sacolas plásticas.
Amit Naskar e seus colegas do Laboratório Oak Ridge nos Estados Unidos desenvolveram um processo que permite a utilização do polietileno, material utilizado na confecção das referidas sacolas, na fabricação de fibras de carbono. Esse material atualmente é empregado em equipamentos fabricados com tecnologia de ponta,  como carros de corrida, materiais esportivos, aviões e sondas espaciais.
Prezado(a) Seguidor(a) com certeza o meio ambiente ganha com essa descoberta. As sacolas plásticas que não eram recicladas adequadamente encontraram, enfim, um substituto ambientalmente vantajoso para elas.


quarta-feira, 11 de abril de 2012

Energia Eólica – a bola da vez

A energia eólica representa apenas 0,4% da matriz energética brasileira, mas acredita-se que o Brasil pode produzir, no mínimo, 143GW. Isso equivale a nada menos que à produção gerada por dez usinas de Itaipu somadas.

Diversos são os benefícios oriundos da energia gerada pelos ventos para o meio ambiente. Destaca-se entre eles  a não-emissão de dióxido de carbono na atmosfera, uma vez que este gás supera os demais responsáveis pelo agravamento da mudança climática global.
Além da não-emissão de dióxido de carbono na atmosfera, a produção de energia eólica reduz a dependência de combustíveis fósseis, sendo o vento um recurso abundante e renovável.
Infelizmente Prezado(a) Seguidor(a) no Brasil quando se trata de energia eólica, pode-se afirmar que  nesse campo o país caminha a passos curtos, sem vislumbrar, entretanto, um futuro promissor.
A energia eólica conta com um potencial ainda pouco aproveitado no mundo e, sobretudo no Brasil. Hoje, a energia eólica representa apenas 0,4% da matriz energética brasileira, mas estima-se que seu potencial seja de, no mínimo, 143GW. Isso equivale a nada menos que à produção gerada por dez usinas de Itaipu somadas.
Esses 143GW foram estimados com medições de ventos a 50 metros de altura. Em função disso, especialistas acreditam que esse dado está aquém da realidade, haja vista que atualmente já se realiza medições com equipamentos que trabalham a 100 metros de altura.
Segundo dados da Associação Brasileira de Energia Eólica, atualmente o País produz 1.471 MW. Porém, há estimativas de produzir 7 mil MW até 2014.
Diante dos 143GW, potencial de produção brasileiro estimado pela Empresa de Pesquisa Energética, o que justifica, sinceramente, este acanhamento na produção de energia eólica até 2014?
Estudos apontam que os entraves encontrados na produção de energia eólica no Brasil estão intrinsicamente relacionados aos custos dos investimentos nessa fonte de energia. Todavia, é preciso lembrar as autoridades competentes, que os custos tendem a ser reduzido com o aprendizado da tecnologia, aliado, principalmente, aos incentivos governamentais.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Vilões responsáveis pelo Aquecimento Global

De acordo com o Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC), as emissões de gases do efeito estufa (GEEs) provenientes de atividades humanas cresceram 70% entre 1970 e 2004.
O efeito estufa dentro de uma determinada faixa é de vital importância, pois, sem ele, a vida como a conhecemos não poderia existir. O Efeito Estufa  serve, sobretudo, para manter o planeta aquecido, e assim, garantir a manutenção da vida. Todavia, o desequilíbrio energético ora existente no planeta, causado principalmente pela emissão desenfreada dos Gases do Efeito Estufa, dá origem ao fenômeno conhecido como Aquecimento Global.
No Brasil, a principal fonte de emissão de gases do efeito estufa vem das queimadas e derrubadas de florestas.  De acordo com o estudo “Indicadores de Desenvolvimento Sustentável Brasil 2008”, produzido pelo IBGE, a destruição da vegetação natural, em especial na Amazônia e no Cerrado, resultaram em 75% das emissões de gases do efeito estufa no país.  Isto, infelizmente, faz  o Brasil  assumir a postura de ser o quarto país que mais polui o mundo. Atualmente, emite em torno de 1,3 gigatoneladas (Gt) desses gases por ano. As duas maiores cidades brasileiras, São Paulo e Rio de Janeiro, que fazem uso intensivo de combustíveis fósseis, emitem juntas cerca de 3% desse total. Para se ter uma ideia dessa grandeza é oportuno lembrar que uma gigatonelada equivale a um bilhão de toneladas.
De acordo com o IPCC, há forte evidência de que grande parte do aquecimento global é decorrente do aumento da concentração de GEEs, principalmente o dióxido de carbono (CO2), o metano (CH4), o óxido nitroso (N2O) e os halocarbonetos, que são gases que contêm carbono ligado a flúor, cloro ou bromo.
Eis, Prezado(a) Seguidor(a), a relação dos  “Vilões” responsáveis pela disseminação da tristeza em praticamente todos os recantos do planeta.
Dióxido de Carbono (CO2) - com moléculas formadas por um átomo de carbono e dois de oxigênio, o CO2 é um gás proveniente da queima de combustíveis fósseis e matéria orgânica e desflorestamento. Sua concentração na atmosfera do planeta passou de 280 ppm no período pré-industrial para 379 ppm em 2005, sendo que sua permanência na atmosfera é de 50 e 200 anos - o chamado tempo de decaimento do gás.  O potencial de aquecimento global de uma molécula de CO2 é usado como referência métrica padrão para determinar o potencial de aquecimento global (PAG) dos demais GEEs. Atualmente, o dióxido de carbono contribui com 60% do efeito estufa no planeta.
Metano (CH4) - com moléculas formadas por um átomo de carbono e quatro de hidrogênio, o gás metano é gerado por atividades como a pecuária, o cultivo de arroz inundado, a queima de combustíveis fósseis e de biomassa, insumos agrícolas e matéria orgânica em decomposição.  Sua concentração na atmosfera passou de 715 ppb no período pré-industrial para 1732 ppb no início dos anos 1990 e chegou a 1774 ppb em 2005.  Seu potencial de aquecimento global é 25 vezes maior do que o do dióxido de carbono, sendo que a molécula de CH4 permanece na atmosfera por até 20 anos, em média. Atualmente, o metano contribui com cerca de 15% do efeito estufa do planeta.
Óxido Nitroso (N2O) - formado por moléculas com dois átomos de nitrogênio e um de oxigênio, esse gás é proveniente de insumos agrícolas como fertilizantes e de atividades de conversão do uso da terra. Sua concentração foi de 270 ppb no período pré-industrial para 319 ppb em 2005.  Seu potencial de aquecimento global é cerca de 300 vezes maior que do dióxido de carbono e sua permanência na atmosfera chega a 150 anos.  Atualmente, 5% do efeito estufa está relacionado ao N2O.
Ozônio (O3) - esse gás compõe a camada que protege a Terra dos raios ultra-violeta do sol também atua como agente do efeito estufa.  No solo, o ozônio é gerado pela queima de biomassa e pela ação da luz do sol sobre hidrocarbonetos e moléculas Nox.  Sua permanência na atmosfera é de no máximo alguns meses, mas contribui com cerca de 8% do efeito estufa. A molécula do ozônio é formada pela ligação entre três átomos de oxigênio.
Hexafluoretos - são gases sintéticos caracterizados pela associação do átomo de flúor a outros elementos.  Apresentam potencial de aquecimento global altíssimo.  Destacam-se o hexafluoreto de enxofre (SF6) e os perfluorcarbonetos (PFCs).
Hexafluoreto de Enxofre (SF6) - gás sintético utilizado na geração de eletricidade, na fundição de magnésio e em semicondutores.  Seu potencial de aquecimento global pode ser mais de 22 mil vezes superiores ao do dióxido de carbono.  
Perfluorcarbonetos (PFCs) - usados na produção de equipamentos eletrônicos ou emitidos como subprodutos da produção do alumínio primário, esses gases sintéticos tem alto potencial de aquecimento global, podendo chegar a índices entre 6.500 e 9.200 vezes superiores ao do dióxido de carbono.
Halocarbonetos - no contexto do efeito estufa são gases sintéticos em que todas as ligações do átomo de carbono já estão associados a outros elementos, como cloro, flúor ou bromo.  A maioria desses gases aumentaram de um nível próximo de zero no período pré-industrial para concentrações bem maiores, devido às atividades humanas.  São os clorofluorcarbonetos (CFCs), hidroclorofluorcarbonetos (HCFCs) e hidrofluorcarbonetos (HFCs), bromofluorcarbonetos (halônios).
Clorofluorcarbonetos (CFCs) - Muito utilizados em sprays  e equipamentos de refrigeração os CFCs contribuem para o aumento do efeito estufa e também degradam a camada de ozônio.  Sua utilização foi bastante reduzida após 1987, quando foi assinado o Protocolo de Montreal sobre o uso de substâncias químicas para reduzir o buraco sobre a camada de ozônio.  Atualmente, contribuem com 12% do efeito estufa do planeta, podendo permanecer na atmosfera de 50 a 100 anos.  Seu potencial de aquecimento global é cerca de 10 mil vezes maior que o do CO2 mas os CFCs também provocam um processo de resfriamento ao destruir o ozônio.  
Hidrofluorcarboneto (HFC) - Gás sintético formado por átomos de hidrogênio, flúor e carbono, passou a ser adotados com mais intensidade pelo setor industrial a partir dos anos 1990, em substituição aos clorofluorcarbonetos (CFCs) que estavam sendo banidos pelo Protocolo de Montreal, devido a seu impacto para a camada de ozônio.  O HFC não afeta essa camada mas tem um impacto ainda maior sobre o efeito estufa, com um potencial de aquecimento global que pode ser de 120 a 12.000 vezes superior ao do dióxido de carbono.  O HFC pode ficar na atmosfera por até 400 anos.
Vapor d'água (H2O) - é o maior agente natural do efeito estufa no planeta.  Apesar de ser liberado por algumas atividades produtivas, as atividades humanas têm pouca influência sobre a quantidade de vapor na atmosfera, que varia com a temperatura de cada região, sendo mais abundante em zonas mais quentes.  O aumento da temperatura do planeta pode levar à elevação do vapor liberado pelas fontes hídricas e aumentar a contribuição desse gás para o efeito estufa.  Essa contribuição é mínima atualmente e a permanência do vapor na atmosfera não passa de alguns dias.



sábado, 14 de maio de 2011

DICA DE SUSTENTABILIDADE

          Prefira os utensílios domésticos confeccionados com madeiras certificadas e despreze, sempre que possível, aqueles confeccionados a partir da utilização de plásticos (materiais orgânicos poliméricos sintéticos, de constituição macrocelular, dotada de grande maleabilidade) e aço (liga metálica formada essencialmente por ferro e carbono, com percentagens deste último variando entre 0,008 e 2,11%). A grande vantagem decorrente do uso racional da madeira encontra-se na absorção de COque a árvore realizou durante toda a sua existência.  Por essa razão, Prezado(a)  Seguidor(a), dê preferência aos utensílios do lar confeccionados de madeiras como pinus, eucalipto e paricá. Desta forma, você estará evitando  a derrubada de espécies raras como pau-brasil, mogno, imbuia e jacarandá-paulista. 

sábado, 30 de abril de 2011

DICA DE SUSTENTABILIDADE

Prezado(a) Seguidor(a)! Faz-se necessário lembrá-lo(a) que um CD (Compact Disc - um dos mais populares meios de armazenamento de dados digitais, principalmente de música comercializada), leva cerca de 450 anos para se decompor e, ao ser incinerado, volta como chuva ácida (como a maioria dos plásticos). Por essa razão, sempre que possível prefira as mídias regraváveis, como CD-RW e Pen Drives. Use programas de compactação e compartilhe seus arquivos enviando por e-mail ou via FTP (Protocolo de Transferência de Arquivos).