"A terra geme com a agonia gerada pelo Aquecimento Global"

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Primeira Conferência Nacional de Mudanças Climáticas Globais


Prezado(a) Seguidor(a) não deixe de participar da Primeira Conferência Nacional de Mudanças Climáticas Globais. Esse evento tem como objetivo difundir os avanços do conhecimento científico sobre a variabilidade climática nacional e global, resultantes de estudos recentes de observação e de modelagem climática.
Nessa Conferência ocorrerá, ainda, o lançamento oficial do Primeiro Relatório de Avaliação Nacional sobre Mudanças Climáticas do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC). Mais uma razão Prezado(a) para você garantir, desde já, a sua efetiva participação nesse encontro.
O referido evento será promovido pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), no âmbito do Programa FAPESP de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais (PFPMCG), a Rede Brasileira de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais (Rede CLIMA) e o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Mudanças Climáticas (INCT-MC).

sábado, 27 de julho de 2013

A crescente demanda de energia prevista para as próximas décadas assolará o Meio Ambiente


O meio ambiente pagará caro, Prezado(a) Seguidor(a), pelo crescimento desenfreado ora apresentado pela maioria dos países emergentes, destacando-se entre eles a China e a Índia.

Leia a seguir o quadro energético mundial divulgado nesta quinta-feira (25), pela EIA (Agência Norte Americana que administra as informações referentes à energia), no formato de relatório - International Energy Outlook 2013. O panorama energético descrito nesse documento aponta como o desenvolvimento dos países emergentes justificará a maior parte do aumento no consumo de energia do planeta nas próximas décadas.

Segundo a EIA o crescimento da China e da Índia é a principal razão para o aumento da demanda mundial por energia. Esses dois países somados serão responsáveis por mais da metade do crescimento do uso de energia até 2040.

A EIA projeta ainda, que o consumo de energia passará dos atuais 524 quadrilhões de unidades térmicas britânicas (Btu) para 820 quadrilhões de Btu em 2040. Para tanto, as fontes fósseis deverão atender 80% de toda necessidade. O petróleo continuará sendo a principal fonte de energia do planeta, e registrará um crescimento de 36%. O carvão seguirá, nesse contexto, como sendo a segunda maior fonte, isto porque a China e Índia são grandes consumidores.

Quem pagará essa conta?

O que mais impressiona nesse relatório é a falta de preocupação com o meio ambiente. Porém, infelizmente, é notória a obsessão para estimar que as emissões ligadas ao setor de energia passem dos 31,2 bilhões de toneladas métricas registradas em 2010 para 36,4 bilhões em 2020, chegando, finalmente, a mais de 45,5 bilhões em 2040.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Nível do mar poderá subir mais de 2 metros para cada 1ºC de aquecimento


Prezado(a) Seguidor(a) os próximos parágrafos nos darão uma ideia do tamanho da tragédia que o nosso planeta experimentará nas próximas décadas. Vejamos:

 O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, ligado à ONU) diz que gases de efeito estufa provenientes da queima de combustíveis fósseis estão empurrando as temperaturas para cima.

O nível do mar subiu, nada menos que, 17 centímetros no século passado e o ritmo tem acelerado em mais de 3 milímetros por ano, segundo o IPCC.

A temperatura média da superfície do planeta subiu em torno de 0,8ºC desde a Revolução Industrial e o IPCC afirma que as temperaturas provavelmente irão ficar de 0,4ºC a 1ºC mais altas entre 2016 e 2035, em comparação com as décadas compreendidas entre 1985 e 2005.

Esses tristes acontecimentos, infelizmente, alinhados com a realidade que ora vivenciamos, contribuíram, significativamente, para o resultado desastroso concluído em um Estudo divulgado nesta segunda-feira (15) pelo Instituto Potsdam de Pesquisa sobre Impacto no Clima, da Alemanha: “Para cada aumento de 1ºC na temperatura do planeta, o nível do mar poderá subir 2,3 metros e permanecer elevado por séculos”.



sábado, 13 de julho de 2013

Excesso de dióxido de carbono faz com que as plantas "economizem" água



       O aumento da quantidade de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera tem feito com que as árvores “economizem” água durante o processo de fotossíntese.  Pesquisadores da Universidade de Harvard e do Serviço Florestal dos Estados Unidos descobriram que, nas últimas duas décadas, na medida em que aumentou a concentração de CO2 no meio ambiente, diminuiu a liberação de vapor d’água pelas árvores.

O achado, publicado na revista “Nature”, é baseado em dados de 21 torres de fluxo distribuídas pelas florestas temperadas e boreais do norte dos Estados Unidos. As torres mediram o fluxo de vapor d’água, de CO2, além de variáveis meteorológicas.

As plantas retiram CO2 da atmosfera durante o processo de fotossíntese. Esse processo é acompanhado pela perda de vapor d’água das folhas. No universo pesquisado foi  constatado que houve um aumento da eficiência do uso de água, ou seja, as plantas conseguiram perder menos água durante a fotossíntese.

Os cientistas afirmam que, provavelmente, o aumento do CO2 levou ao fechamento parcial dos estômatos, pequenos poros na superfície das folhas que regulam as trocas de gases para manter uma concentração constante de CO2 dentro da folha, mesmo quando há aumento de CO2 na atmosfera.

Os resultados sugerem, segundo a pesquisa, uma mudança na economia baseada em água e carbono da vegetação terrestre, o que pode levar a uma reavaliação do papel dos estômatos na regulação das interações entre florestas e mudanças climáticas.

A concentração de CO2 na atmosfera está cada vez maior.  Em maio deste ano, atingiu 400 partes por milhão, 43% acima da concentração pré-industrial, de 280 partes por milhão.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Amazônia está entre as regiões que mais serão afetadas pelas mudanças climáticas



O periódico Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) publicará, oportunamente, um estudo conduzido pelo Instituto Potsdam para Pesquisas de Impacto Climático (PIK). Esse estudo afirma categoricamente que até 2100 uma em cada dez pessoas do planeta viverá em uma região que será severamente atingida pelas mudanças climáticas. Além disso, deixa claro ainda, que a Amazônia, o Mediterrâneo e a África oriental estão entre os locais que experimentarão as maiores transformações em diversos setores devido ao aquecimento global.

Como a pesquisa ainda não foi disponibilizada, não há como saber quais serão as transformações que ocorrerão na Amazônia que o PIK destaca. Porém, outras entidades já alertaram para os riscos do aquecimento global para a região. No começo deste ano, por exemplo, a NASA salientou que a floresta não está conseguindo se recuperar das frequentes secas, e que sinais de degradação já podem ser vistos por satélites em 600 mil quilômetros quadrados. 


quarta-feira, 10 de julho de 2013

Melhorar transporte público poderá economizar US$ 70 trilhões até 2050


Relatório da Agência Internacional de Energia aponta que priorizar ônibus, trens e bicicletas em vez de automóveis resultará em ganhos econômicos e em benefícios para a sociedade, o meio ambiente e o clima.


Relatório da Agência Internacional de Energia (AIE) aponta dados que reforçam a necessidade de repensar a mobilidade das cidades. O documento afirma que até 2050 o consumo de energia do setor de transportes urbanos deve dobrar e que promover melhorias que evitem esse cenário pode resultar na economia de até US$ 70 trilhões.

Estima-se que até 2050 cerca de 70% da população mundial viva em centros urbanos. Com essa expectativa o consumo de energia gerado pelo transporte deverá dobrar. Em função disso, há necessidade que sejam adotadas, imediatamente, soluções eficientes, baratas e seguras com o propósito de melhorar o transporte urbano.

Segundo o relatório, o consumo de energia gerado pelo transporte cresceu 30% na última década e as emissões de gases do efeito estufa subiram quase dois bilhões de toneladas de CO2 equivalente por ano desde 2000.

A AIE avaliou 30 cidades de todo o mundo para identificar exemplos práticos do que pode ser feito para melhorar esse panorama.

Em todas as iniciativas citadas, a agência destaca que as medidas bem sucedidas são aquelas que favorecem o transporte coletivo, alterando o paradigma de muitos países que colocam os automóveis como prioridade, e por isso investem bilhões em obras como viadutos e duplicação de vias.

Por exemplo, Buenos Aires, em 2009, tinha 54% dos dois milhões de pessoas que moram em cidades satélites e em bairros de periferia indo trabalhar na capital argentina em automóveis. Para alterar essa situação, que provocava congestionamentos e prejudicava a vida de todos, foi criado o Plano de Mobilidade Sustentável. Através dele, foi feita a expansão de vias exclusivas para ônibus, colocados em prática programas de empréstimo de bicicletas e sistema de BRT (Bus Rapid Transit – ônibus de alta capacidade, na Argentina batizado de Metrobus). O resultado teria sido tão positivo que a cidade agora planeja aumentar para 200 km o total de corredores de BRT e passar as estações de bicicletas de 21 para 100 até o fim deste ano.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Walmart é eleita a Empresa Sustentável do Ano


Rede varejista lidera lista de 20 empresas destacadas pelo Guia como modelos em práticas sociais e ambientais

A rede de supermercados Walmart Brasil foi eleita a Empresa Sustentável do Ano. O prêmio foi concedido pelo Guia Exame de Sustentabilidade como reconhecimento às ações de sustentabilidade da empresa e à velocidade como as mudanças vêm sendo feitas na organização. Concorreram ao prêmio 210 companhias de grande e médio porte de todo o país, e 20 mereceram destaque pelas ações realizadas no último ano.
A escolha das empresas destacadas no Guia segue a metodologia elaborada pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas de São Paulo e considera as principais referências de indicadores de sustentabilidade empresarial no Brasil e no mundo. A análise envolve aspectos econômico-financeiros, sociais, ambientais e de governança corporativa.
Entre as várias ações que realizou neste ano, o Walmart liderou um acordo entre varejistas, o Greenpeace e grandes frigoríficos com objetivo de vetar a compra de carne produzida em áreas desmatadas ilegalmente na Amazônia. O desmatamento e as queimadas, além de destruírem a floresta Amazônica e outras matas nativas brasileiras, são responsáveis por mais da metade das emissões nacionais de gases de efeito estufa, cujo aumento na atmosfera leva ao aquecimento global e às mudanças climáticas.
"Estamos atrasados para enfrentar as mudanças climáticas. Se não agirmos rápido, há uma possibilidade de a temperatura subir entre 2 e 3 graus até 2050. Milhões ou até bilhões podem se tornar refugiados ambientais. Os países mais pobres serão os mais afetados. Imaginem o impacto de tudo isso em nossa vida e nossos negócios”, afirmou Hector Nuñez, presidente do Walmart Brasil, durante a cerimônia de premiação. 

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Fábrica Limpa e 100% sustentável


Marko Sistemas Metálicos prova que implantar processos de responsabilidades socioambientais colabora para tornar a empresa ainda mais competitiva.

Em tempos de conscientização socioambiental, a grande questão do setor industrial é como colocar em prática a sustentabilidade corporativa e, simultaneamente, se manter competitivo e lucrativo. A Marko Sistemas Metálicos, empresa com mais de 30 anos de mercado e especializada na fabricação de estruturas e coberturas metálicas, prova que isso é possível através de todo o seu processo de produção e montagem dos seus produtos. O resultado é uma linha de produção crescente e com qualidade cada vez maior.
Em suas duas unidades fabris, localizadas em Bonsucesso e Itaguaí, a empresa produz o exclusivo Sistema de Cobertura Metálica Roll-on, além de outras estruturas metálicas feitas de aço galvanizado. Segundo Fernanda Borges, Gerente de Comunicação da empresa, além da matéria-prima ser 100% reciclável, os produtos são desenvolvidos de forma a otimizar o seu uso. “Nossos blanks possuem dimensão compatível com o padrão do material fornecido pela usina, assim como a utilização de menores taxas de aço por m²”, explica.
De acordo com a gerente, a empresa produz cerca de 800 toneladas por mês e  em todas as operações realizadas nos parques fabris, existe um baixíssimo volume de rejeitos, algo em torno de 1%. Tudo que sobra de sucata, proveniente do processo industrial, é destinado à reciclagem ou aproveitado em embalagens das peças produzidas.  “Um exemplo disso são as rebarbas de material que são utilizadas como uma espécie de barbante para amarrar e embalar peças, como os banzos que compõe o Sistema Roll-on”, afirma.
Além de todo esse cuidado, na sua nova fábrica em Itaguaí, localizada no Rio de Janeiro, a empresa destinou 70% dos 40 mil m² à plantação de árvores e jardins.  Toda a irrigação da área verde e o saneamento são feitos a partir do aproveitamento de águas pluviais captadas através do próprio Sistema de Cobertura Metálica Roll-on.
A gerente explica também que através da utilização da Iluminação zenital e ventilação na cobertura, a fábrica utiliza 80% do tempo apenas à luz natural, garantindo economia de energia. “Todo projeto prioriza o conforto aliado à otimização do uso de iluminação e de água das torneiras. Um timer desliga a partir de um horário pré-programado tudo que não precisa ficar em funcionamento contínuo, sendo acionados novamente pela manhã. As torneiras também são automáticas, permitindo um uso socialmente responsável”, detalha Fernanda.
Membro do GBC – Green Building Council – desde 2009, a Marko participa ainda da campanha “One Degree less”, incentivada pela entidade que estimula o uso de tintas claras reflexivas em lajes e telhados. “Para a fabricação de nossas coberturas, utilizamos matéria-prima galvanizada, pré-pintada e fornecida direto da indústria. Esse material possibilita uma redução de até 20% no gasto com ar-condicionado, além da redução da emissão de CO2, responsável pelo aquecimento global”, conclui.
A Marko já contabiliza mais de 10 milhões de m² do sistema instalados em coberturas de grandes obras, como o Centro de Distribuição do Magazine Luiza, em Jundiaí, e o primeiro shopping do Acre, o Via Verde, dentre outros empreendimentos em todo o país. O Roll-on é patenteado em quase 20 países.
Produtos 100% Green
Devido suas características, os produtos da Marko são considerados totalmente ecológicos, desde a sua concepção, fabricação, transporte, montagem, pós-obra até a usabilidade. Os mesmos atendem as exigências de desempenho ambiental antes, durante e depois da construção, assim como as requisições de conforto e saúde dos usuários do empreendimento, otimizando os projetos para aquisição de selo LEED e AQUA. Os produtos admitem ainda ventilação, iluminação natural e sistemas de isolamento termoacústico, evitando as ilhas de calor e reverberação de som (comprovados em testes da UNESP e IPI). Por serem sistemas pré-engenhados e compostos por peças padronizadas, o descarte é mínimo. Na obra só existe a atividade de montagem, que por ser ágil e limpa, permite a rápida desmobilização do canteiro e o breve início da atividade fim.

  Ana Cláudia Araújo – Colaboradora
Rua da Assembléia, 93, grupo 1403 - Centro - Rio de Janeiro - RJ
21 2532-1575  ou  21 2210-1502
www.contextualcomunicacao.com.br

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Técnica de monitoramento climático reduz em 52% o uso de agrotóxico


Monitoramento climático promove o desenvolvimento sustentável reduzindo o uso de defensivos agrícolas.


O Brasil é o país que mais utiliza agrotóxicos no mundo, com um faturamento de 7,3 bilhões de dólares ao ano. Segundo pesquisas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), o país é responsável por 1/5 do consumo mundial de agrotóxicos, utilizando 19% de todos os defensivos agrícolas produzidos no mundo. Para se ter uma ideia, os Estados Unidos aparecem na segunda colocação com 17%, enquanto os outros países somam 64%. O uso desses produtos cresceu 93% entre 2000 e 2010 em todo o mundo, mas no Brasil o percentual foi muito acima, chegando a 190%. Dados da ANVISA e do Observatório da Indústria dos Agrotóxicos da UFPR mostram que o brasileiro, em média, consome 5,2 litros de agrotóxico por ano. Em 2011, foi pulverizado um total de 852 milhões de litros nas lavouras brasileiras.

Pensando nisso, a empresa Olearys S/A criou um software pioneiro no Brasil, baseado em monitoramento do clima, que oferece benefícios aos produtores rurais. Essa técnica está sendo aplicada por agricultores familiares da Região Serrana do Rio de Janeiro. A redução do uso de agrotóxico chegou a 52% e houve diminuição na emissão de gases poluentes, pois o uso do maquinário foi reduzido. “Conseguimos a adesão de alguns agricultores familiares da Região Serrana do Rio de Janeiro, como o Sinval, produtor tradicional do local. Em sua lavoura de tomate foram 41,2% menos pesticidas jogadas na natureza e a racionalização do uso de água doce nas plantações caiu de 11.900 litros para 5.600 litros”, explica o engenheiro agrônomo Marcos Balbi, CEO da Olearys, acrescentando que, segundo dados do levantamento sistemático da produção agrícola do IBGE, o estado do Rio responde por 6,5% da produção nacional de tomate.

A plataforma de serviço da Olearys - um projeto em parceria com a Pesagro-Rio - promove o desenvolvimento de agricultura mais sustentável, com maior eficiência técnica, econômica e ambiental. Tanto que, apesar da utilização de menos agrotóxicos, as plantações onde o sistema foi testado se mostraram livres de doenças. Para Balbi, realizar o monitoramento climático é essencial para viabilizar essa agricultura ecológica, uma vez que ele disponibiliza informações sobre a previsão do tempo, sobre o molhamento foliar e sobre a umidade do solo, auxiliando produtores e técnicos a tomarem decisões mais assertivas na aplicação do agrotóxico. Por ser considerado de grande impacto na geração de emprego e renda no país, o projeto foi selecionado pela multinacional de softwares empresariais SAP e o Instituto Endeavor do Brasil para o projeto SAP Expoentes, que visa capacitar a gestão de pequenas e médias empresas. A Olearys foi uma das 50 escolhidas, entre um total de 500 candidatos em todo o Brasil.

Ana Cláudia Araújo - Colaboradora
Assessora de imprensa da Olearys
R. Presidente Dutra - Km 137,8 - Sala 105
São José dos Campos – SP
Tel.: +55 (12) 4141-2777

Nota:
É oportuno esclarecer, Prezado(a) Seguidor(a), que “A Olearys é uma empresa que usa técnicas de agricultura de precisão para desenvolver aplicativos, visando incentivar a adoção de práticas agrícolas sustentáveis. Monitorando o clima, ajuda o agricultor a reduzir o uso de agrotóxicos, economizar água e energia na irrigação e, consequentemente, aumentar a produção, minimizando impactos ambientais e riscos à saúde humana. É desta forma que aproxima a ciência das pessoas, levando a elas conhecimento, tecnologia e informação,  contribuindo assim para a produção de alimentos mais saudáveis”.

domingo, 21 de abril de 2013

Acréscimo da temperatura global prevista para 2060 será reduzido em 2ºC


A neutralização do carbono emitido pelas maiores petrolíferas europeias reduzirá o Aquecimento Global em 2ºC.


Recentemente um relatório expedido pelo Banco Mundial sinalizou que em 2060 o planeta terra contará com um acréscimo de 4ºC em sua temperatura média. O referido relatório apontou ainda, que se essa previsão for efetivamente confirmada, será inevitável que o próximo século inicie com uma elevação média de temperatura de 6ºC. Como consequência desse acréscimo o nível do mar poderá aumentar, em determinados pontos da terra, em até um metro.

Se a humanidade fizer a opção de não elevar a temperatura global média além de dois graus, metade da prevista para 2060, as emissões de gases de efeito estufa entre 2000 e 2050 não poderão ultrapassar 1.440 gigatoneladas - (artigo publicado na “Nature” no ano de 2009).

Para compreendermos melhor, Prezado(a) Seguidor(a), faz-se necessário esclarecer que das 1.440 gigatoneladas de CO2, (para manter o limite de 2ºC),  já foram usadas, desde o ano 2000, cerca de 400 GT de CO2. Como as reservas conhecidas de combustíveis fósseis giram em torno de 3.000 GT de CO2, isso significa que somente cerca de um terço dessa riqueza potencial pode transformar-se em ganho econômico.

Para a consecução da meta de 2ºC, segundo relatório  recente do HSBC, basta neutralizar todo carbono contido no carvão, no petróleo e no gás detido pelas maiores petrolíferas europeias (BP, Shell, Statoil, ENI e Total). Mesmo assim, esta é a minha visão, é imprescindível que o mundo invista, maciçamente,  na energia  gerada pelas fontes renováveis.